2017 foi o primeiro ano da Semana Criativa de Tiradentes. Tudo aconteceu muito rápido. Entre idealizar e o festival acontecer foram quase 8 meses. Nem nós sabíamos ao certo a dinâmica das imersões. Tudo foi acontecendo naturalmente e aí fomos descobrindo o método da Semana Criativa de Tiradentes, que, hoje, apelidamos de o “não método” da Semana Criativa, pois o jeito de trabalhar, de certa forma, é determinado, inconscientemente, por cada grupo de designers e artesãos. A nós cabe somente direcionar para que certos valores não se percam. O mais fundamental deles é que não sejam feitas “encomendas” aos artesãos, mas que sejam criados produtos juntos, que os mesmos aconteçam naturalmente como resultado das conversas sobre criatividade, mercado, acabamento… Os desbravadores da SCT foram os designers André Bastos (Nada se leva), Daniela Karam, Guilherme Leite Ribeiro (Nada se leva), Maria Fernanda Paes de Barros (Yankatu) e Paulo Alves e os artesãos Expedito Jonas de Jesus, Lilia Fonseca, Maria Conceição de Paula, Rondinelly Santos e Wagner Trindade. Até hoje, todos são participantes queridos e atuantes do projeto.